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Mercado de Seguros

Apólice #322 - As mudanças dos últimos 10 anos

Revista Apólice relata transformação digital brutal no setor de seguros de 2016 para 2026, evoluindo de arquivos em nuvem para IA agêntica, com segurados exigindo experiência mais ágil e transparente.

Apólice #322 - As mudanças dos últimos 10 anos

Resumo executivo

Revista Apólice relata transformação digital brutal no setor de seguros de 2016 para 2026, evoluindo de arquivos em nuvem para IA agêntica, com segurados exigindo experiência mais ágil e transparente.

Revista Apólice · 22/08/2026 · Leia a materia original

A Revista Apólice documenta uma década de transformação digital brutal no setor de seguros. O caminho foi claro: saída dos arquivos em nuvem em direção à inteligência artificial agêntica. Simultaneamente, o segurado passou a exigir uma experiência muito mais ágil e transparente, tanto na comercialização dos produtos quanto no atendimento pós-sinistro.

Comentario do Autoinsp

Essa narrativa importa muito para seguradoras de auto, APVs e insurtechs porque esconde um ponto crítico: o mercado brasileiro de sinistros ainda não realizou essa transformação completamente. A maioria das operações ainda funciona com fornecedores tradicionais de laudo, análise manual de sinistro e workflows desconectados. A exigência do segurado é real, mas a capacidade operacional para entregar agilidade sem aumentar fraude continua sendo um gargalo.

A entrada de IA agêntica na jornada de claims não é apenas um upgrade tecnológico. É a oportunidade de resolver simultaneamente o tripé que mais tira sono do mercado: detecção de fraude em tempo real, redução drástica do tempo de regulação e conformidade com LC 213/2025. Quando a IA trabalha de ponta a ponta, desde a triagem do sinistro até a geração de parecer, você ganha rastreabilidade para SUSEP, reduz custo por regulação e cria um perímetro muito mais duro contra fraude organizada. Não é automação por automação. É inteligência aplicada ao problema que mais impacta o resultado.

Para quem ainda opera com laudo pontual e análise fragmentada, o próximo passo não é escolher entre IA ou processos tradicionais. É reconhecer que o mercado já decidiu: quem não evoluir para dados e inteligência ativa no sinistro vai ficar para trás em margem, conformidade e experiência do segurado.

Fontes e referências

Tiago de Bortoli

Tiago de Bortoli

Founder & CEO na Autoinsp • Autoinsp

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