Mercado de Seguros
24º Congresso: Porto debate o futuro da distribuição de seguros
Porto participa do 24º Congresso Brasileiro dos Corretores de Seguros para discutir transformação do papel do corretor diante da IA, demandas de consumidor e…
Revista Apólice · 26/08/2026 · Leia a matéria original
A Porto será participante do 24º Congresso Brasileiro dos Corretores de Seguros, realizado entre 27 e 29 de agosto no ExpoRio Cidade Nova, no Rio de Janeiro. O foco será a transformação do papel do corretor frente às novas demandas dos consumidores, ao avanço da inteligência artificial e à evolução do mercado de seguros.
Comentario do Autoinsp
Embora a matéria não trate especificamente de análise de sinistro, fraude ou perícia veicular, o debate sobre o futuro da distribuição toca num ponto crítico para seguradoras de auto, APVs e insurtechs: a mudança na forma como os intermediários lidam com a jornada de claims. Quando o corretor é acionado para suportar o cliente em um sinistro, ele enfrenta o mesmo gargalo que as seguradoras enfrentam no back office: falta de dados, falta de visibilidade sobre o dano real e pressão por prazo de regulação.
A inteligência artificial não desloca o corretor. Ela o equipa. Uma plataforma que oferece ao intermediário acesso a análise de compatibilidade de danos, sindicância de sinistro, detecção de indícios de fraude e orçamento de reparo com precisão reduz o tempo de regulação, melhora a qualidade da decisão técnica e protege o resultado da carteira. Isso é especialmente relevante para o mercado de proteção veicular, onde a LC 213/2025 trouxe pressão de conformidade e a SUSEP passou a cobrar rigor em governança de claims. Um corretor ou gestor de sinistro de APV que opera com laudo tradicional e análise pontual está desprotegido: não tem visibilidade sobre padrões de fraude, não consegue justificar decisão técnica com dados e fica exposto a risco jurídico em eventual sindicância da reguladora.
O futuro da distribuição passa por ferramentas que colocam inteligência na ponta, onde a decisão acontece. Dados e IA aplicados ao sinistro não são luxo regulatório: são de