Atendimentos na Redion crescem 53%
Empresa registra crescimento de 53% em atendimentos de sinistro em Auto e Residencial no primeiro semestre, apoiando-se em dados, treinamento e realidade virtual para manter experiência do cliente.

Resumo executivo
Empresa registra crescimento de 53% em atendimentos de sinistro em Auto e Residencial no primeiro semestre, apoiando-se em dados, treinamento e realidade virtual para manter experiência do cliente.
Revista Apólice · 17/09/2026 · Leia a materia original
A Redion reportou crescimento de 53% nos atendimentos de sinistro em Auto e Residencial no primeiro semestre, mantendo estável o NPS (índice de satisfação). A estratégia combina investimento em dados, programas de treinamento e incorporação de realidade virtual na experiência do cliente para absorver o aumento de demanda sem degradação de qualidade.
Comentario do Autoinsp
Esse resultado toca em um ponto crítico para o mercado: volume não é inimigo de qualidade quando você tem inteligência de dados e processo bem desenhado. Para seguradoras, APVs e insurtechs que ainda operam com fornecedor tradicional de laudo, essa métrica sinaliza a urgência de evolução operacional. Um crescimento de 53% em atendimentos mantendo NPS estável não acontece com spreadsheet e avaliação visual de foto. Acontece quando há automação inteligente de triagem, priorização baseada em risco, detecção antecipada de fraude e orçamentação orientada por dados.
O investimento em treinamento e realidade virtual mencionado aponta para algo que a maioria do mercado latino-americano ainda não internalizou: a qualidade de um laudo não depende só da experiência do perito, mas também de como você estrutura o fluxo de informação, reduz retrabalho e torna a decisão técnica mais previsível e defensável. Quando você soma dados (histórico de sinistros, padrões de reparo, compatibilidade de danos) com processo digital, consegue escalar sem perder controle de risco jurídico e conformidade. Isso é especialmente relevante para quem opera sob pressão de SUSEP ou LC 213, onde a rastreabilidade da decisão técnica é não negociável.
O ponto de atenção: crescimento de atendimento sem redução paralela no custo médio de sinistro pode mascarar oportunidades. Vale acompanhar se essa expansão mantém sinistralidade sob controle ou se absorveu mais carteira de risco. A jornada agora é dados e inteligência artificial aplicados a toda cadeia de regulação, não apenas no atendimento inicial.
Fontes e referências
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