Ir para o conteúdo
Voltar para o Portal
Regulação e Compliance

Susep suspende venda de seguro viagem pela Generali

Susep suspendeu venda de seguro viagem pela Generali Brasil após identificar irregularidades em fiscalização, com deficiências no modelo de atuação em comercialização, regulação e liquidação de sinistros.

Resumo executivo

Susep suspendeu venda de seguro viagem pela Generali Brasil após identificar irregularidades em fiscalização, com deficiências no modelo de atuação em comercialização, regulação e liquidação de sinistros.

Sonho Seguro · 28/08/2026 · Leia a matéria original

A Susep suspendeu a venda de seguro viagem pela Generali Brasil Seguros após ação de fiscalização. A autarquia identificou irregularidades e deficiências relacionadas ao modelo de atuação da seguradora e de seus representantes nos processos de comercialização, regulação e liquidação de sinistros.

Comentario do Autoinsp

Embora a matéria aborde seguro viagem, o sinal regulatório é direto para quem opera sinistro de auto. A Susep flagrou falhas estruturais em três frentes: comercialização, regulação e liquidação. Isso é exatamente o tripé que sustenta o risco jurídico e o custo de sinistro nas seguradoras e APVs. Quando a autarquia identifica deficiências no processo de regulação e liquidação, ela está sinalizando que houve análise de sinistro inadequada, prazos desrespeitados ou critérios técnicos inconsistentes. Para o mercado de auto, onde a pressão de conformidade já é alta pela LC 213 e exigências de SUSEPem proteções veiculares, isso reforça um padrão: reguladores estão intensificando fiscalização em modelos operacionais, não apenas em produtos isolados.

O risco para sua operação é concreto. Se você ainda trabalha com fornecedor tradicional de laudo pontual e não tem controle digital sobre critérios de decisão técnica, tempo de resposta e rastreabilidade de análise, está mais exposto. A Susep não tolera mais caixas pretas de sinistro. Segundas opiniões, análises duplicadas e falta de documentação técnica clara viram combustível para autuações. Para reduzir risco jurídico, você precisa de inteligência sobre cada sinistro antes da decisão: detecção de fraude, compatibilidade de danos, nexo causal documentado e tempo de regulação dentro do prazo legal. Dados e IA não são luxo, são conformidade. Quem continuar operando com laudo e olhômetro enfrenta autuação, multa e suspensão de operação. O precedente da Generali não é sobre viagem. É sobre regulação de sinistro mal feita.

Fontes e referências

Tiago de Bortoli

Tiago de Bortoli

Founder & CEO na Autoinsp • Autoinsp

Pergunte sobre este conteúdo para a IA

Abra um chat com a pergunta pronta e aprofunde no tema.

Outras notícias